Diversos - Anexo 01 de 15/07/2013 por (Requerimento INFORMAÇÕES nº 66 de 2013)

Documento Acessório

Tipo

Diversos

Nome

Anexo 01

Data

15/07/2013

Autor

 

Ementa

Indexação

Campo Nova A Sua Exc LEANDR Presidente do sonhos. 205/2013/06-GP/lR doPaudpMT Prefeitura Municipal de Campo Novo do Parecis ESTADO DE MATO GROSSO CNPJ 24.772.287l0001-36 Criação Lei n°. 5.315 de O4 de Julho de 1988 Campo Novo do Parecis, 24 de junho de 2013. *elência o Senhor D MARTINS DOS SANTOS do Legislativo Municipal Campo Novo do Parecis - MT Assunto: 1. Edis Diona requerem projeto arq Requerimento n” 066/2013 (Seção 10.06.13) Senhor Presidente, Em atendimento ao requerimento em epígrafe, postulado pelos Nobres rdo Mendes da Conceição, Milton Soares, Clóvis de Paula e Pedro e em que ao Senhor Prefeito, que seja encaminhado a esta Casa de Leis cópias do uitetônico, cópia do contrato, planilha de execução e o valor que foi pago até o momento para a empresa responsável pela construção das 400 casas populares que estão em execução no Loteamento Parecis. 2. Assistênci F Informamos-lhes que, conforme subsídios da Secretaria Municipal de Social a obra acima mencionada não foi contratada pela Prefeitura Municipa| de Campo Novo do Parecis,,este é um Projeto particular entre a Construtora Aurora e Caixa Econômica, tendo o Município a responsabilidade apenas de cadastramento ec. seleção de população responsab 3.' Execução, registros rr que se en envie uma Construtor 4. em tempo cessário. O55: Av E-ma a que são os responsáveis pela execução da obra. famílias dentro do Perfil do Programa por se tratar de um Programa voltado a Êã carente, que tem por prioridade o cadastro no CADUNICO, sistema de inteira lidade municipal. r-.j ÍÉ/“Í-'Vt Dito isto, esta Prefeitura não tem acesso no que se refere às Planilhas de Contratos e valores já pagos à empresa. A documentação disponível no unicipais desta obra, são os Projetos Arquitetônicos e Memoriais Descritivos, 5,73 contram em anexo a este memorando. Recomendamos a essa Casa que N m solicitação diretamente a Caixa Econômica Federal ou a Empresa Auroraãj Sendo o que dispomos aviventamos as nossas considerações e apreço, que nos colocamos à disposição para outros esclarecimentos, se julgar ne- Atenciosamente, Iiãtdd il? EFI?! Mtb] 24'! "ttdlCllhi-J . MA RO VALTER BERFT Prefeito &mexa; 4"l,(;(07/%% até OJ a 55% enida Mato Grosso, 66-NE - Centro - FONE (65) 3382-5100 - CEP 78.360-O00 l: gabinete@camponovodoparecis.mt.gov.br - Site:www.camponovodoparecis.mt.gov.br RESIDENCIAL PAREC|S 400 UNlDADES HABITACIONAIS MEMORIAIS E PROJETOS ' ' . '› " a- "TT i ¡isilii/¡ARA PÂUNICIPAL' ' lcampo Nov do cis-MT¡ 'l l lDENT|FlCAÇÃO: Proponente : AURORA CONSTRUCOES |NCORPORAÇOES E SERV|ÇOS LTDA. Construtora : AURORA CONSTRUÇOES |NCORPORAÇOES E SERV|ÇOS LTDA. Empreendimento : RESIDENCIAL PAREC|S Casa: 49,64 m* Endereço ' Cidade: CAMPO NOVO DO PAREC|S- MT 1 INFRA-ESTRUTURA FUNDAÇÃO Fundação através de Radier, sobre terreno compactado, com espessura cm, tela de A O CABO D=4,2 mm 15 x 15 cm. de 8,00 A alvenaria areia, cimento e aditivo. A primeira ñada será executada com os tijolos em pe, e os furos preenchidos com argamassa mista 1:8. No nível superior das esquadrias, será executada uma verga de concreto armado de 9x11cm. com 4 barras de ferro CA-60 D = 42mm corridos e estribos D = 4,2mm a cada 15cm ou com treliça. Serão executadas contra-vergas nos vãos de esquadrias (janelas) com ferragem treliçada com 3 barras de ferro CA-60 D=4,2mm corridos e estribos no formato triangular com ferro CA-60 D=4,2mm a cada 15cm. No respaldo da alvenaria, será executada uma cinta de canaleta, preenchida com concreto e 2 barra de ferro D=6,3mm corrido, que servirá de distribuição dos esforços da estrutura de concreto. Tipo de estrutura e principais caracteristicas 3 VEDAÇÕES ALVENARlA DE VEDAÇÃQ a da arede, sem consdera o . . . . p ' r A alvenaria tera 9 cm, tijolo ceramico. 1 Espessura minim revestimento 1/7 r z da. Tlídd i reunir_ 30. | i. 'I _a - f, . ___ ~'“"""^-~. . j gravata-A iriuii;cii=> ar;-«' j. ampo ixo o do F' cis-util _ 1____i____m Estrutura A estrutura dgtelhado será metálica E i Fixação e apoio da . . _ m"" . .l . .?§.§[!É!I.ê_D.ê_§d ¡.Í.°.a são l ÍÍÍÍVÍ"'ÍÍÍÍÍÍÊÍEÍÍÍÍÍÍÉÉS paredes de awemma' i 3 j Tipo de tema Telha ceramica, tipo romana, americana ou similar, com emboçamento 2 .- - . . _ .- ._ ._ . ._- .- . ._ .- ._ COMPLEMENTO ou ALTERNATIVA COM DESCRIÇÃO E JUSTIF|CATIVA -__._._._ .__ .__ _ __ i jPiso, soleiraerodape l-,Chapisco no traço : , ide cerâmica esmaltada Reboco paulista cl Marcas, Tigre, 241 x41 cm PEl-4, de 1° Êargamassa mista de l Platibras, Zulplast ou z :linha marca Unigres, icimento e areia no traçoisimilar. Eliane, Piso Fort ou 1:8, preparada com j Sala j similar. A regularização 'e aditivo, esp. 1,5 cm. - z :quando for necessária jPintura em látex sobl l_ Êgserá feito com jmassa corrida, inclusivej g ;argamassa de tem 2 demãos. Tintas, j j 5 jassentamento de piso. lsedavinil, maxivinil, sulvinilj à É à . .l ______________ n. lPiso, soleiraerodapé \Chapisco no traço 1:3, Forro em PVC i à É ide cerâmica esmaltada ,Reboco paulista cl Marcas, Tigre, É -< ã41 x41 cm PEl-4, de 1° iargamassa mista de s Platibras, Zulplast ou i “ ilinha marca Unigrês, icimento e areia no traço¡símilar. jDormüóñose jEliane, Piso Fort ou preparada comií Circmação i similar. A regularização aditivo, esp. 1,5 cm. j j í :quando for necessaria Pintura em latex sob ¡ ~, âàserá feito com imassa corrida, inclusivel *É ., jargamassa de ;em 2 demãos. Tintaj j @assentamento de piso. ssedavinil, maxvinil, sulvinil' . .L . MLM ______________________ 217 ' Piso e soleira cerâmica Piso Cerãmico 41 x 41 , laje pré-moldada, para ' % esmaltada 41 x 41 cm ~ PEI-3, marca Unigrés, japoio da caixa d'água, _PEI-4, de 1a linha Eliane, Piso Fort ou ;j sendo sob esta laje marca Unigrês, Eliane, similar_ até a altura da laje ' executada pintura com ' . Piso Fort ou similar. A conforme projeto. textura acrílica Banheiro . - . . . . Soda¡ regularização quando Pintura em tinta acrilica, inclusive selador for necessaria sera sem massa corrida, _ Marcas, sedavinil, feito com argamassa ' inclusive em 2 demãos, maxivinil, sulvinil ou de assentamento de nas areas sem azulejo. É similar. piso. Tinta sedavinil, maxvinil, ~ ç _ ç sulvinil ou similar.” _ “ ç Piso, soleira e rodapé ' Chapisco no traço 1:3, Forro em PVC. de cerâmica esmaltada j Reboco paulista c/ j Marcas, Tigre, 41 x 41 cm PEI-4 de 1° argamassa mista de j Platibras, Zulplast ou linha Ungres, Eliane, 'cimento e areia no traço j similar. Piso Forte ou Similar. A 1:8, preparada com regularização quando aditivo, esp. 1,5 cm. for necessária serã Pintura em tinta acrílica, Cozmha feito com argamassa i sob massa corrida, à ~ . de assentamento de inclusive em 2 demãos. , piso. Tinta Sedavinil, maxivinil, 2 sulvinil ou similar. Piso Cerãmico 41 x 41 cm ' PEl-3, marca Unigrés, Eliane, Piso Fort ou , similar, até o forro, í conforme paginação em o , , . . _ _ 77 PFQJÊÊQ; 7 Pintura . Selador Acrílico em 02 Externa V _ ç _ _ _ _ dernãose Textura Acrílica 6 ESQUADRIAS E SEUS COMPLEMENTOS PORTAS AMBIENTE MATERIAL TIPO E MODELO DIMENSÃO MARCA Sala M =talica 1 folha de abrir, Veneziana tipo mista com 30,90 x 2,10 Açofer, CRV vidro pontilhado, estrutura em chapa # 22, í ou similar V _ _ com batente e fechadura, _ _ V, Dormitório 1 M adeira 1 folha de abrir, lisa, compensada ou similar ÍO,90 x 2,10 ' Madesul ou similar ; Dormitório 2 .Madeira 1 folha de abrir, lisa, compensada ou similar 30,90 x 2,10 5 Madesul ou similar ~ Cozinha Metálica 1 folha de abrir, laminada, estrutura em chapa 0,90 x 2,10 7 tt @com batentesteçhadviê.,_ ___ 7 __ . Cozinha M deira 1 folha de abrir, lisa, compensada ou similar , , _ com saída _ Í l : p/ Sala . . . . _. . . ° l Í Banheiro Madeira 1 folha de abrir, lisa, compensada ou similar 10,90 x 2,10 i Madesul ou similar ,Social . . _uma _ , .______.__ . ar¡ = JANELAS E BASCULANTES TIPO E MODELO Sala Metálica 4 folhas cegas (2 fixas e duas móveis cl j 1,50 x 1,00 Açofer, CRV ou Veneziana) e 2 folhas para vidro, em chapa # É similar ç 22, com caixilho e trinco aco ladosçu similarmi â”'õ6'ín'íii6?i5"i”iiii"éíãiica “TÁ-folhas cegaaífixas e duas móveis c/ FSÕPÍÍÕÕMUÊBTÃÉ-ÕDRVEMQ ' ' ' ' similar ' i_ _______________________ -l. i_l 22.team.çmltas_tiiaee.agczdaig9aeg êimitêr, .i _________________ É . __ Dormitório 2 Metálica i4 folhas cegas (2 fixas e duas móveis cl l 1,50 x 1,00 A§E›"i"é?§”õ"iãi'7"6ü Veneziana) e 2 folhas para vidro, em chapa # 'j similar . . .,%2_t9.9,m_.9§i2silDestinar;a992la92§_9y_§1rm!a:.- l ________________ ,,,,,,,,,,,, WW _____ __ i Cozinha É Metalica , Basculante cl 2 folhas, em chapa dobrada # j 0.80x 0,80 'ç Açofer, CRV cum¡ . _EimLw y _ “ similar _j › Banheiro Metálica i Maximar cl 1 folha móvel para vidro, caixilho, ;0,60 x 0,60 Açofer, CRV ou ' ' _j similar Em latão cromado, com maçaneta tipo alavanca, ç chave em cilindro espelho de chave separado, de , i ._ ._._ ._____ __ _._ .___ .-._ .__ ._ -._ . _ . É ._._ . ._ . . _ . L .- .- . . 4~ . os rw., _______________________ ____ . 1° linhaçgamatzü - - _._._ .__ _ Porta Dormitório e Em latão cromado, com maçaneta tipo alavanca, l Haga, Arouca ou Similar ç Banheiro j com chave de 1° linha ou similar '~ i x i * l ._ . .~~ ._.___.›_ ._ .-_ _._. _auuomn- nu_vo__unn .__nm~n_.gum__.aqu.du_n.aunm.n.auu = _ _ _- ,._._ -_ .-._____ __.___ _ _ _ . . _- TIPO DE LARGURA EM RELAÇÃO A Agfgãâfêàto FlXAÇÃO GUARNIÇÃO I ACABAMENTO PAREDE Renta ,____çf§§_9_-3,1§1f_~j:?__çi__°"§rmg2513.2:: "LÊ P'"t§¡'rÍe-Í?$a"° i Í I I I i l °“;:m::.::::m .__ _ _ _ ._._ _ .__.~_ _ _ _._ _.- .-H _ ESQUADR|A ESPESSURA, MODELO E ASSENTAMENTO Porta Entrada 4 mm, pontilhado, assentado corn massa de vidro jÍISBLàiQWtàBEEEiEEPiÉi" """""""""""""""" "iíííñiiíÍíà3íííiiiíããÊãsíêñíàãããniàãàsa d-«ewvidro " ” ' ' " ” ' i "T ””””” z i; l, 417 n e-_, ' o o à u &no-V' UF.i'5i/3.i^í5ia ?JIJ iii U l Hi5, 7._ 1' . i :Ii N°. .O .güãííêiãiíãíàiiõiióí ““““““““““““““ "jíffííñn, poaiiaaasfagsentaaaãaaawssa“azçwrartrz” s* . __ ._ _._ .__ - . . -._._ _ . . .- - ._.___._ .__ ._ _ _ ._ __ _ ._. . ._._ ____ ._. . _._. t. :Maximar Banheiro 4 mm, pontilhado, assentado com massa de vidro j"ã'ã's"ê'iiiâ"íííé'c”í°óàiiíã """""""""""" íímífríríí' Sõfftííñãàiõímãsíéíñíããõ* éóííííñãââííã @E176 'MMwEJWEWTET 'wml i . ma - . z ._ INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - NÚMERO DE PONTOS LUZ AMBIENTE TETO ARANDELA INTERRUPT TOMADA ANTENA TELEFONE lNTERFONE - §Sa|a , 2 ', 4 1 1 Í E l l E l ' - 2 l ' a i i * l z i ._ ._ _ . ._- ._ E-~ ,.ç .~. _ g l Dõrrriítório '1 ' 1 E' 'A f" i " 2 x :Banheiro Social; 1 z i t l l ç. ._- _ ._ .__-_ _.-çww.E _.Ê.__ - _, - -_ ê._ _ .__.1' ,Cozinha j 1 g 2 . 3 35: _¡ . . _í . . . ç jCirculaçao 3 j g j 4 I l 'a l . .t. .i . l . . iÁrea Serviço 1 1 Fachada l 1 * : < 2 l- < 2'. n: D. < LU n: ~< s" 4V/ :trampo têovo clo issu-ii' l i 'z j ciíitiAi-iA liiUlxÊiCii' 1?›. j I _ | i .irri. ._._. Material Mármore Sintético « Bancada Dimensões - C x L (cm) j 1,20x0, 55 Marcas j Retibras, AJ Rorato ou similar .j de cozinha Vàjvuja j . -.__ .__.__.___ .__._ ._ __.___ .¡ Marcas j Cipla, Astra ou similar ._ __ .__ _ Marcas Kelly, Meber ou similar ._._ ¡ Material PVC j j , Válvula i~~ j - › . . l ' ° ' i 2 Lavajorjo de Acessórios j Marcas j CIP/a, Astra ou similar banheiro .j . i Material j PVC 1 i , Barra de > o m (l) m o~ 2 o UI Dimensõ.es'v°|ume j 0,60xO,60 (cap. M iorque 20litros) _ ._.__ ›._._ _ ._____ Marcas Reñbras ou similar 4 Tanqçoeudea lavar Vájvuja jm _____j___ ___ _______________j p j j Marcas j Cipla, Astra ou similar Acessórios “j ~~~~~~~~ '“,““”””'j"“"“""'“'“"““”"'°°““""““"'“" 'í a Material j PVC j i * o j . _._j_._., __ HHnA-n4 Cipla, Astra ou similar .-_na- .j-m .«.r .~-.› j~›.~_›~_~- u- j m-v. .-. ._.«_-. - __ -~~-_-_.__.___._ É Metais Torneira j Marcas j* Kelly, Meber ou similar 6/7 MEMORIA L DESCRITIVO DE PAVIMENTAÇÃO E DRENAGEM SUPERFICIAL DO RESIDENCIAL PARECIS NO MUNICÍPIO DE CAMPO NOVO DO PARECIS - MT Ti go Vianna de rm c l-CREA' 073057, Pl|=v|286.0l7.5lB-71 A oiaConsiruiora cnpiub: as: sao/eom GE- l.l 2.1 2.2 2.3 2.3.1 2.3.2 2.3.3 2.4 2.4.1 2.5 .a íLÍ:rf7Í.§'-iii3›.RÁ iiiiiiéiClP-r i _i mimpo Novo do P r . .' Ç' L 'ii ~ l i-i _ MEMORIAL DESCRITIVO TÉCNICO DE PAVIMENTAÇÃO EM TSD PAVIMENTAÇÃO SERVIÇOS PRELIMINARES OBJETIVO Os serviços preliminares consistirão em instalação de canteiro, serviços de topografia, capina, destocamento, substituição, remoção ou remanejamento de tubulação existente, serviços esses que a firma contratada deverá inicialmente providenciar, antes da execução de qualquer obra, e de acordo com a presente instrução. DISCRIMINAÇÃO Instalação de Canteiro de Obra A ñmia contratada deverá executar os serviços necessários, instalação da obra, como barracão com almoxarifado e escritório, bem como instalações provisórias de água, luz e força, quando necessárias. Placas Será indispensável a colocação de placas, na obra, cujos detalhes serão fornecidos pela Prefeitura local. Serviços Togográñcos Locação e estaqueamento do eixo das pistas de acordo com o proj eto; Atualização do nivelamento e seção transversais; Locação do greide e perfis transversais em obediência ao projeto; Cagina e Destacamento Ocorrendo a presença de vegetação no leito existente, deverá a finna contratada providenciar a sua capina, bem como destocamento e remoção para o local conveniente de todo o material resultante desses serviços. Tubulago f PH is-Ivillj 2.5.1 l.l 2.1 3.1 g) lmfxíwíA irzu?i.c:.c>z:.:_? l i is-rviili Deverá a firma contratada proceder à verificação do estado e situação das tubulações de águas pluviais existentes na via, caso seja necessário a sua substituição, o seu rebaixamento ou a sua remoção para posição conveniente e não estando previsto no projeto de pavimentação, comunicar à fiscalização, para as providências necessárias. PREPARO DO SUB-LEITO DO PAVIMENTO OBJETIVO Esta especificação estabelece o processo de preparo de sub-leito para pavimentação. DESCRIÇÃO 0 preparo de sub-leito do pavimento consistirá nos serviços necessários para que o sub-leito assuma a forma definitiva pelos alinhamentos, perfis, dimensões e seção transversal típica, estabelecida pelo projeto e para que esse sub-leito fique em condições de receber o pavimento, tudo de acordo com a presente instrução. EQUIPAMENTO O equipamento mínimo a ser utilizado no preparo do sub-leito para pavimentação, é o seguinte: Motoniveladora ou Plaina; lrrigadeira ou Carro-Tanque equipado com conjuntos moto-bombas, com capacidade para distribuir água com pressão regulável e em forma de chuva; capacidade minima de 2.000 litros; Régua de madeira ou metálica, com arestas vivas e comprimento de aproximadamente 4,00m; Compressor, auto propulsor, com rolos lisos ou pé de carneiro; Pequenas ferramentas, tais como enxadas, pás, picaretas, etc .; Gabarito de madeira ou metálico, cuja borda inferior tenha forma de seção transversal estabelecida pelo proj eto; Outros equipamentos poderão ser usados, uma vez aprovados pela ñscalização. 4.1 4.1.1 4.1.2 4.2 4.2.1 4.2.2 4.2.3 4.3 4.3.1 4.3.2 4.3.3 5.1 6.l 6.2 f v, r ,_ _V V l¡ g1_ - j '__ ›» ._._ . “Íhatifiií-i lêfiflxíiLrlÃl" Í ;uarzpo l-Jovo do ' j_ ' cis-iv": ._ _.¡ ;._ç'.(. v PROCESSO DE CONSTRUÇÃO Regularização A superfície do sub-leito deverá ser regularizada na largura do projeto com motoniveladora, de modo que assuma a forma determinada pela seção transversal e demais elementos do projeto; As pedras ou matações encontrados por ocasião da regularização deverão ser removidos, devendo ser o volume por eles ocupado, preenchido por solo adjacente. Umedecimento e Compressão O umedecimento será feito até que o material adquira o teor e umidade mais conveniente ao seu adensamento, ajuízo da fiscalização; A compressão será feita progressivamente, das bordas para o centro do leito, até que o material fique suficientemente compactado, adquirindo a compactação de 100% do Proctor Normal, na profundidade de 15 cm; Nos lugares inacessíveis aos compressores ou onde seu emprego não for recomendável deverá ser feita a compressão por meio de soquetes. Acabamento O acabamento poderá ser feito a mão ou a máquina e será verificado com auxílio de gabarito que eventualmente acusará saliências e depressões a serem corrigidas; Feitas as correções, caso ainda haja excesso de material, deverá o mesmo ser removido para fora do leito e referida a verificação do gabarito; Estas operações de acabamento deverão ser repetidas até que o sub-leito se apresente, de acordo com os requisitos da presente instrução. ABERTURA DO TRÂNSITO Não será permitido o trânsito sobre o sub-leito já preparado. CONTROLE TECNOLÓGICO Serão feito dois ensaios de compactação (Proctor) em cada quadra ou cada 50m, quando o terreno for uniforme e mais dois ensaios em cada tipo de solo diferente que ocorrer na obra; Os ensaios de compactação deverão ser executados pelo laboratório indicado pela ñscalização no final dos trabalhos de compactação. f Tiago Vianna de Arruda Eng. cum . CREA: 2607308720 CPF: 266.017.518-71 Aurora Construtora CNPJ 03 833 5589/0001 05 7.1 8.1 8.2 8.3 l.l 2.1 3.1 3.2 3.3 3.4 _QO PROTEÇÃO DA OBRA Durante o período de construção, até o seu recObrimentO, o leito deverá ser protegido contra os agentes atmosféricos e Outros que possam danificá-los. CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO O sub-leito preparado deverá ser analisado pela Fiscalização através de ensaios de compactação e levantamentos topográficos para que de processe a liberação do mesmo; O perfil longitudinal do sub-leito preparado não deverá afastar-se dos perfis estabelecidos pelo projeto de mais de (um) lcm, mediante verificação pela régua; A tolerância para o perfil transversal é a mesma, sendo a verificação feita pelo gabarito. SUB-BASE DE SOLO ESTABILIZADO GRANULOMETRICAMENTE OBJETIVO A presente instrução tem por objetivo, fixar a maneira de execução de sub-base constituídas de solos selecionados, em ruas que receberão pavimentação. MATERIAL O material a ser usado como sub-base deve ser uniformemente homogêneo, e possuir características (IG e CBR). MÉTODO DE CONSTRUÇÃO O sub-leito sobre O qual será executada a sub-base, deverá estar perfeitamente regularizado e consolidado, de acordo com as condições fixadas pela instrução referente ao PREPARO DO SUB-LEITO DO PAVIMENTO; O material importado será distribuído uniformemente sobre o sub-leito, devendo ser destorroado nos casos de correção de umidade, até que pelo menos 60% do total, em peso, excluído o material graúdo passe na peneira n.° 4 ( 4,8 mm.); Caso o teor de umidade do material destorroado seja superior em 1% ao teor ótimo determinado pelo ensaio de compactação, executado de acordo com o método ME-9, proceder- se-á a aeração do mesmo com equipamento adequado, até reduzi-lo àquele limite; Se O teor da umidade do sOlO destorroado for inferior em mais de 1% do teor de umidade acima referido, será procedida á irrigação até alcançar aquele valor. Concomitantemente com a í" Tiago Vianna de Arruda Eng. Civil - CREA: 2607308720 CPF: 266.017.513?! Autora Construtora CNPJ~ 03 833389/0001 05 a b . \ ._:'ñ.“:'°í“.íf“ -~ v* . .- i. '. l- r :6:'Íf"^.f(ar*“. l'.'â-'.,,lã'fçg_.l_l“ É _›2;;rr.po Nov do Par ._¡ -z í'. . [Il -Mu 3.5 3.6 3.7 3.8 3.9 3.10 3.11 4.1 4.2 4.3 É .41. kiIZiÂRA MUNEClPJALf f çaimpo Novo do P irrigação deverá ser executada a homogeneização do material, a fim de garantir a uniformidade de umidade; O material umedecido e homogeneizado será distribuído de fonna regular e uniforme em toda a largura do leito, de tal forma que após a compactação sua espessura não exceda de 20 cm; A execução de camadas com espessura superior a 20 cm. Só será permitida pela fiscalização, desde que se comprove que o equipamento empregado seja capaz de compactar em espessuras maiores, de modo a garantir a uniformidade do grau de compactação; A compactação será procedida por equipamento adequado ao tipo de solo, rolo pé-de-cameiro, pneumático ou vibratório, e deverá progredir das bordas para O centro da faixa, nos trechos retos ou da borda mais baixa para a mais alta nas curvas, paralelamente ao eixo da faixa a ser pavimentada; A compactação do material em cada camada, deverá ser feita até obter-se uma densidade aparente seca, não inferior a 100% da densidade máxima determinada no ensaio de compactação, de confonnidade com ME-7 (Proctor intermediário); Concluída a compactação da sub-base, sua superfície deverá ser regularizada com motoniveladora, de modo que assuma a forma determinada pela seção transversal e demais elementos do projeto, sendo comprimida com equipamentos adequados, até que se apresente lisa e isenta de partes soltas e sulcadas; As cotas do projeto do eixo longitudinal da sub-base não deverão apresentar variações superiores a 1,5 cm.; As cotas de projeto das bordas das seções transversais da sub-base não deverão apresentar variações superiores a l cm. CONTROLE DE EXECUÇÃO Far-se-á uma determinação do grau de compactação em cada 400 m2 de área compactada, com um mínimo de 3 determinações para cada quadra. A média dos valores deverá ser igual ou superior a 100% da densidade máxima detenninada pelo ensaio ME-7, não sendo permitidos valores inferiores a 95% em pontos isolados; As verificações das densidades aparentes secas, alcançadas na sub-base serão executadas de acordo com os métodos ME-l 2, Me-13 ou ME-l4; Os trechos da sub-base que não se apresentarem devidamente compactada de acordo com o item 4.1, deverão ser escarificados e os materiais pulverizados, convenientemente misturados e recompactados. A Tiago Vianna de Arruda Eng. cm¡ . casa: 2007303720 CPF: 266.017.518-71 Autora Construtora CNPJ; 03 833389/9091 O5 cis-hill.; ._.__ ._._ ._ a.: :tz-nx r= wmv:- '“I'^ '.'.J"¡IK.'~'~. F1ÍL!!\I1\;.¡': .Né- l.l 2.1 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 BASE DE SOLO ESTABILIZADO GRANULOMETRICAMENTE OBJETIVO A presente instrução tem por objetivo fixar a maneira de execução de bases constituídas de solos selecionados, em ruas que receberão pavimentação. MATERIAL O material a ser usado como base deve ser uniforme, homogêneo, possuir características (IG e CBR) e pertencer a qualquer das faixas (A,B,C,D) do D.N.E.R., conforme parágrafo 5. MÉTODO DE CONSTRUÇÃO A sub-base sobre a qual será executada a base deverá estar perfeitamente regularizada e consolidada, de acordo com as condições fixadas pela instrução sobre SUB-BASE DE SOLO SELECIONADO; O material importado será distribuído uniformemente sobre a sub-base, devendo ser destorroado nos casos de correção de umidade, até que pelo menos 60% do total, em peso, excluído o material graúdo, passe na peneira n° 4 ( 4,8 mm ); Caso o teor de umidade do material destorroado seja superior em 1% ao teor ótimo determinado pelo ensaio de compactação, executado de acordo com O método ME-9, proceder- se-á a aeração do mesmo, com equipamento adequado, até reduzi-lo àquele limite; Se o teor de umidade do solo destorroado for inferior em mais de 1% ao teor de umidade acima referido, será procedida á irrigação até alcançar aquele valor. Concomitantemente com a irrigação deverá ser executada a homogeneização do material, a fim de garantir uniformidade de umidade; O material umedecido e homogeneizado será distribuído de forma regular e uniforme em toda a largura do leito, de tal forma que após a compactação sua espessura não exceda de 20 cm; A execução de camadas com espessura superior a 20 cm. Só será permitida pela fiscalização, desde que se comprove que o equipamento empregado seja capaz de compactar em espessuras maiores, de modo a garantir a uniformidade do grau de compactação em toda a profundidade da camada; A compactação será procedida por equipamento adequado ao tipo de solo, rolo pé-de-cameiro, pneumático Ou vibratório, e deverá progredir das bordas para o centro da faixa, nos trechos retos ou da borda mais baixa para a mais alta nas curvas, paralelamente ao eixo da faixa a ser pavimentada; _j Tiago Vian de Arruda Eng. cm¡ - CREA: 2507303720 ops; 266.017.518-71 A C C N P .Jg 'O05' a8 s 531693? ;$381 05 ¡ __ - R$ ,___ :_._ 1 AÁW. _._.¡ _r h ã i 'Jvfhihlfgíríàxlâpx LiPÊÍÍÇMlTÍÉNL :clanzpo Nov do 'ecis-ralll; i ¡src »1°. ; 3.8 A compactação do material em cada camada, deverá ser feita até obter-se uma densidade aparente seca, não inferior a 100% da densidade máxima determinada no ensaio de compactação, de conformidade com ME-7 (Proctor intermediário); 3.9 Concluída a compactação da base, sua superficie deverá ser regularizada com motoniveladora, de modo que assuma a forma determinada pela seção transversal e demais elementos do projeto, sendo comprimida com equipamentos adequados, até que se apresente lisa e isenta de partes soltas e sulcadas; 3.10 As cotas do projeto do eixo longitudinal da base não deverão apresentar variações superiores a 1,5 cm.; 3.11 As cotas de projeto das bordas das seções transversais da base não deverão apresentar variações superiores a 1 cm. 4 CONTROLE DE EXECUÇÃO 4.1 Far-se-á uma determinação do grau de compactação em cada 40 m2 de área compactada, com um mínimo de 3 determinações para cada quadra. A média dos valores deverá ser igual ou superior a 100% da densidade máxima determinada pelo ensaio ME-7, não sendo permitidos valores inferiores a 95% em pontos isolados; 4.2 As verificações das densidades aparentes secas, alcançadas na base serão executadas de acordo com os métodos ME-12, Me-13 ou ME-14; 4.3 Os trechos da base que não se apresentarem devidamente compactada de acordo com o item 4.1, deverão ser escarificados e os materiais pulverizados, convenientemente misturados e recompactados. 5 COMPOSIÇÕES GRANULOMÉTRICAS Deverão possuir composição granulométrica enquadrada em uma das faixas do quadro abaixo: _Egg Tiago Via7 na de Arruda e ng. cam . CREA: 2507303720 CPF: 266.017.518-71 1. a CN pã'f'gí°g'.àagei.ns%á7ocgoi os l.l 2.1 ll lll lV 3.1 3.1.1 3.1.3 3.2 3.2.1 ,_.- r -_'. 3".'. à_ *a s, Hu '¡._g=.~›.-_-›. I"J7".\".'IL'J"IZÍKLà 's!* '1"N,-' . IMPRIMAÇÃO IMPERMEABILIZANT E BETUMINOSA OBJETIVO A imprimação impermeabilizante consistirá na aplicação de material betuminoso de baixa viscosidade, diretamente sobre a superficie previamente preparada de uma sub-base ou base constituída de macadame hidráulico, solo estabilizado, solo melhorado, com cimento ou solo cimento que irá receber um revestimento betuminoso. DESCRIÇÃO A imprimação deverá obedecer às seguintes operações: Varredura e limpeza da superficie; Secagem da superficie; Distribuição do material betuminoso; Repouso da imprimação; e Esparrame de agregado miúdo ( quando necessário ). MATERIAIS Material Betuminoso O material betuminoso para efeito da presente instrução, pode ser a critério da ñscalização, um dos seguintes: Asfalto diluído CM-30 Os materiais betuminosos referidos deverão estar isentos de água e obedecerem respectivamente a EM-6/1.965 e EM-7/1.966. Os materiais para a imprimadura impermeabilizante betuminosa só poderão ser empregados após aceitos pela fiscalização. Agregado Miúdo O agregado miúdo, quando usado, deverá ser predrisco com 100% de material, passando na peneira n° 4 ( 4,76 mm) e isento de substâncias nocivas e impurezas. / Tia o Vianna de Arruda 57.33 Civil . CREA: 2007300720 CPF: 2ee.017.s1e-71 Aurora Construtora CNPJ 03 833389/9001 05 4.1 4.l.l 4.1.2 4.1.3 4.1.4 4.1.5 5.1 5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.1.4 __ ._ - , v. .-.-,:› 1- l' . é ›.-'~=.u.¡if-l.fã,'~;_ Ff» se** Vig. - ' 1 n-::illut ;tampo Novo do i4: 5'? v» rft______ EQUIPAMENTO O equipamento necessário para a execução de imprimação impermeabilizante betuminosa deverá consistir de vassourões manuais ou vassoura mecânica, equipamento para aquecimento de material betuminoso, quando necessário, distribuidor de material betuminoso sob pressão e distribuidor manual de material betuminoso. Vassourões Manuais - Deverão ser em número suficientes para o bom andamento dos serviços e ter fios suficientemente duros para varrer a superfície sem corta-la. Vassoura mecânica - deverá ser construída de modo que a vassoura possa ser regulada e fixada em relação a superficie a ser varrida, e possa varre-la perfeitamente, sem corta-la ou danifica-la de qualquer maneira. Eguigamento para aguecimento de material betuminoso - Deverá ser tal que aqueça e mantenha o material betuminoso de maneira que satisfaça aos requisitos desta instrução, deverá ser provido pelo menos de um termômetro, sensível a 1°C, para determinação das temperaturas do material betuminoso. Distribuidor de material betuminoso sob ressão - Deverá ser equipado com aros pneumáticos, e ter sido projetado a funcionar, de maneira que distribua o material betuminoso em jato uniforme, sem falhas, na quantidade e entre os limites de temperatura estabelecidas pela Fiscalização. Distribuidor manual de material betuminoso - Será a mangueira apropriada do distribuidor de material betuminoso sob pressão. CONSTRUÇÃO Varredura e limpeza da superfície A varredura da superfície a ser imprimida deverá ser feita com vassourões manuais ou vassoura mecânica especificada e de modo que remova completamente toda a terra, poeira e outros materiais estranhos. Quando a superficie a ser imprimida for constituída de macadame hidráulico, a varredura deverá prosseguir até que os fragmentos de pedras entrosados, que compõe o macadame sejam descobertos e limpos, mas não desalojados. A limpeza deverá ser feita com tempo suficiente para permitir que a superficie seque perfeitamente, antes da aplicação do material betuminoso, no caso de serem aplicados MCs. O material removido pela limpeza terá o destino que a Fiscalização determinar. sã?, Vil-. .,. cis-M Lg' Téago Vianna de Arruda ng. Civil - CREA: 2607308720 CPF: 266.017.518-71 Aurora Construtora CNPJ 03.833 599/0001 05 1.3 1.4 1.5 1.6 l.7 1.8 1.9 1.10 2.1 2.2 2.3 3.1 3.2 Quando não houver indicação em contrário ao projeto, as guias e as sarjetas serão executadas em concreto de resistência mínima a compressão aos 28 dias de 18,00 MPAs. A Fiscalização poderá exigir em qualquer tempo, a moldagem de corpos de prova, em número representativo a seu critério. As guias serão assentadas rigorosamente no greide projetado e serão rej untadas com argamassa de cimento e areia no traço 1:3 e as juntas serão alisadas com um ferro de 3/8 “. Não serão aceitas guias quebradas. As curvas serão executadas com V2 guias ou '/4 guias. As guias serão assentadas diretamente sobre o terreno, este será umedecido e apiloado. As guias vazadas deverão obedecer rigorosamente o proj eto-tipo detalhado. Na falta deste detalhe, deverá obedecer o detalhe das bocas de lobo. As guias serão ancoradas nas juntas, por meio de blocos de concreto ( bolas ), com a mesma resistência das sarjetas, de acordo com o formato indicado no projeto. SARJETAS As sarjetas serão moldadas após o assentamento das guias com as dimensões do projeto. A face superior da sarjeta será alisada com desempenadeira. Após a execução das guias e sarjetas, os passeios e canteiros serão recompostos, apiloados e confonnados à secção de projeto ou conforme orientação da Fiscalização. A compactação deverá ser feita com rolo compressor ou roda de veículo ou manualmente nos trechos de dificil acesso. CONTROLE TECNOLÓGICO Durante a concretagem, a critério da Fiscalização, deverão ser moldados 02 ( dois ) corpos de prova para cada 100 ( cem ) metros lineares de sarjetas e ensaios de acordo com M. E. - 38. Se a resistência aos 28 dias for inferior a 150 Kg/cm2, a metragem correspondente de sarjetas não será aceita, podendo ser exigida a sua reconstrução ou o não pagamento à critério da Fiscalização. .É Tiago Viann de Arruda Eng. cam . CREA: 2507303720 CPF: 266.017.518~71 Aurora Construtora CNPJ 03833589/0001 05 2.1 2.2 f. ._._ ' " -. '.-›- ' 3¡ 7116717 = 'g «f-!npo Povo do 'a:'ecis-?JL':.; 11_ TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO COM CAPA SELANTE - gTSD¡ GENERALIDADES O tratamento superficial duplo com capa selante de penetração invertida, é um revestimento constituído de três aplicações de material betuminoso, cobertos, cada uma, por agregado mineral. A primeira aplicação do betume é feita diretamente sobre a base imprimada e coberta, imediatamente com agregado graúdo, constituindo a primeira camada do tratamento. A segunda e terceira camada são semelhantes à primeira, usando - se respectivamente, agregados médios e miúdos, de acordo com essa especificação. O tratamento superficial duplo com capa selante deverá ser executado sobre a base imprimada, e de acordo com os alinhamentos da greide e seção transversal projetados. MATERIAIS Todos os materiais devem satisfazer às especificações aprovadas pelo DNER. Melhoradores de adesividade Não havendo boa adesividade o material betuminoso e o agregado deverá ser empregado um melhorador de adesividade na quantidade fixada no proj eto. Agrggados Os agregados podem ser constituídos por pedra britada. Somente um tipo de agregado deverá ser usado. Devem -se constituir de partículas limpas, duras, duráveis e isentas de cobertura e torrões de argila. O desgaste Los Angeles não deve ser superior a 40,00%. Quando não houver, na região, materiais com esta qualidade, admite - se o emprego de agregados com valor de desgaste ate' 50,00%, ou de outros que, utilizados anteriormente, tenham apresentado comprovadamente born comportamento. O índice de forma não deve ser inferior a 0,5, opcionalmente, poderá ser determinada a porcentagem de grão de forma defeituosa, que se enquadram na expressão: onde: l + g >6 e l = maior dimensão do grão k., TÍÚXO _Vianna de Arruda E09- Cwnl - CREA: 2607308720 CPF: 266.01 7.51 a. 71 _ Aurora Construtora uNPd 03 833 589/0001 05 : _ _ i. :¡"'5ÍÍ~f“r"~'"_¡.v. .«¡^ 3:r'¡1'*.!1 f-blkiíiíkilf x. g = diâmetro mínimo do anel, através do qual o grão poderá passar e = afastamento mínimo de dois planos paralelos, entre os quais pode ficar contido o grão Não se dispondo de anéis ou peneiras com crivos de abertura circular, o ensaio poderá ser realizado, adotando - se a fórmula: l + 1,25 g > 6 e sendo, g, a média das aberturas de duas peneiras, entre os quais fica retido o grão. A porcentagem de grãos de forma defeituosa não poderá ultrapassar a 20 %. No caso de emprego da escória britada, esta deve ter uma massa específica aparente igual ou superior a 1.100 Kg/m3. A graduação dos agregados para o tratamento betuminoso duplo deve obedecer ao especificado no quadro seguinte: As quantidades de agregado e de ligante betuminoso poderão ser as constantes do quadro seguinte, porém, o valor exato a empregar será fixado no proj eto. í/ T7' ° Efgo _ Vza na de Arruda ãpcwnl . CREA¡ 2507308720 Aufo?f6C.017.518.7¡ onstrutora C Npc' O3 833 589/0001 05 1° camada 2° camada 3° camada Quando for empregada escória britada como agregado de cobertura deverá ser considerada a sua porosidade na fixação da taxa de material betuminoso. EQUIPAMENTO Todo equipamento, antes do início da execução da obra deverá ser examinado pela Fiscalização, devendo estar de acordo com esta especificação, sem o que não será dada a Ordem de Serviço. Os carros distribuidores do material betuminoso, especialmente construídos para esse fim, devem ser providos de dispositivos de aquecimento e de rodas pneumáticos, dispor de tacômetro, Calibradores e termômetros, em locais de fácil acesso, e ainda, disporem de um espargidor manual, para o tratamento de pequenas superñcies e correções localizadas. Os rolos compressores devem ser do tipo tandem, ou de preferência, pneumáticos, autopropulsores. Os rolos tipo tandem devem ter carga, por centímetro de largura de roda, não inferior a 25 Kg e não superior a 45 Kg. Seu peso total não será superior a 10 toneladas. Os rolos pneumáticos autopropulsores deverão ser dotados de pneus que permitam a calibragem de 35 a 120 libras por polegada quadrada. Os distribuidores de agregados, rebocáveis ou automotrizes, devem possuir dispositivos que permitam uma distribuição homogênea da quantidade de agregados fixada no projeto. a EXECUÇA u/ Tãfágo Vian a de Arruda . Civil - CREA: 2607308720 C SCT;.?EÊSJJ;P.'.E;Z' NPJ 03 833 seg/ooo: os , .- zm~__, . E' ;1 .~ .J ñ, .12 .,~.1 (HL. , ~.'¡»l-a[1.¡*-)s1“.r"-.fxllfçiwlul; :*' 1 3251111130 ?ao (iguaçu-1071. 31 ?1". Não será permitida a execução dos serviços, objeto desta especificação, durante os dias de chuva. O material betuminoso não deve ser aplicado em superfícies molhadas, exceção da emulsão asfáltica, desde que em superficies sem excesso de água. Nenhum material betuminoso será aplicado quando a temperatura ambiente for inferior a 10°C. A temperatura de aplicação do material betuminoso deverá ser determinada para cada tipo de ligante, em função da relação temperatura-viscosidade. Será escolhida a temperatura que proporcionar a melhor viscosidade para o espalhamento. As faixas de viscosidade recomendadas para o espalhamento são as seguintes: a) Para o cimento asfáltico e asfalto diluído, 20 a 60 segundos, Saybolt-Furol; b) Para o alcatrão, 6 a 20 graus, Engler; c) Para a emulsão asfáltica, 25 a 100 segundos, Saybolt-Furol. O trânsito pode ser pennitido, sob controle, após a compressão do agregado. Para a segunda e terceira camadas aplica - se o material betuminoso na quantidade e tipo especificados, seguindo - se o espalhamento do agregado e compressão, de modo idêntico ao realizado na primeira camada. Depois que cada camada tiver sido comprimida e o agregado fixado, faz - se a varredura do agregado solto. O trânsito não será permitido quando da aplicação do material betuminoso ou do agregado. Só deverá ser aberto após a compressão terminada. Entretanto, em caso de necessidade de abertura do trânsito antes de completar a compressão, deverá ser feito um controle para que os veiculos não ultrapassem a velocidade de 10 Km/hora. Decorridas 24 horas do término da compressão, O trânsito deve ser controlado com velocidade máxima de 40 Km/hora. No caso de emprego de asfalto diluído, o trecho não deve ser aberto ao trânsito até que o material betuminoso tenha secado e que os agregados não sejam mais arrancados pelos veículos. De 5 a 10 dias, após a abertura do trânsito deverá ser feita uma varredura dos agregados não fixados pelo ligante. Nota: A junção das aplicações das camadas sucessivas não deve se superpor, indicando - se uma defasagem lateral de 50 cm. dajunção de uma camada para a outra. CONTROLE Todos os materiais deverão ser examinados em laboratório obedecendo à metodologia indicada pelo DNER, e satisfazer às especificações em vigor. Controle de gualidade do material betuminoso Tiago Vianna de Arruda Eng. Civil - CREA: 2607308720 CPF:266.017.518-71 Autora Construtora CNPJ 03 833 589/0001 05 5.5 5.6 5.7 5.8 Controle de guantidade do ligante betuminoso O controle de quantidade do material betuminoso, será feito mediante a pesagem do carro distribuidor, antes e depois da aplicação do material betuminoso. Não sendo possível a realização do controle por esse método. Admitem - se as seguintes modalidades: a) Coloca - se na pista uma bandeja de peso e área conhecidos. Mediante uma pesagem, após a passagem do carro distribuidor, tem - se a quantidade do material betuminoso usada; b) Utiliza - se uma régua de madeira pintada e graduada, tal que forneça, diretamente, por diferença de alturas do material betuminoso no tanque do carro distribuidor, antes e depois da operação, a quantidade do material consumido. Controle de Quantidade e uniformidade do agregado Devem ser feitos para cada dia de operação, pelo menos 02 ( dois ) controles de quantidade de agregado aplicada. Este controle é feita colocando - se na pista, altemadamente, recipientes de peso e área conhecidos. Por simples pesadas após a passagem do carro distribuidor ter - se - á a quantidade de agregado realmente espalhada. Este mesmo agregado é que servirá para ensaio de granulometria, que controlará a uniformidade do material utilizado. Controle de uniformidade de aplicação do material betuminoso Deve ser feita uma descarga de 15 a 30 segundos, para que se possa controlar a uniformidade de distribuição. Esta descarga pode ser efetuada fora da pista, ou na própria pista, quando o carro distribuidor estiver dotado de uma calha, colocada abaixo da barra para recolher o ligante betuminoso. Controle geométrico O controle geométrico no tratamento superficial, deverá constar de uma verificação do acabamento da superficie. Esta será feita com duas réguas, uma de 1,00 m. e outra de 3,00 m. de comprimento, colocadas em ângulo reto, e paralelamente ao eixo da estrada, respectivamente. A variação da superficie, entre dois pontos quaisquer de contato, não deve exceder a 0,5 cm. quando verificada com qualquer das reguas. fz Tiago Vian a de Arruda Eng. Civil - CREA: 2507308720 0m' "cr- mv 519 71 Í_ ¡us- INDICE 1.0 - INTRODUÇÃO 2.0 - ELEMENTOS PARA CONCEPÇÃO DE PROJETOS 2.3 - Topografia 2.4 - Vazões de projeto 3.0 - CAPTAÇÃO , ADUÇÃO , RECALQUE , RESERVAÇÃO E TRATAMENTO 4.0 - SUB ADUTORA DE ÁGUA TRATADA 5.0 - REDE DE DISTRIBUIÇÃO 5.1- Pressão Disponível 5.2- Material Utilizado 5.3- Peças e Acessórios 6.0 - LIGAÇÕES DOMICILIARES 7.0 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS \ o ¡ í b Sé A _g _ sto Calháo Barini ng. Sa It 1318 - CREA: 1201765447 Aur a Construtora CNPJ: O3.B33.589/O001.o5 1.0 - INTRODUÇÃO Este relatório apresentará o projeto de implantação do Sistema de Abastecimento de Água para o Conjunto Residencial denominado PARECIS, localizado na área urbana próximo ao bairro Jardim das Palmeiras em Campo Novo do Parecis -MT. Para abastecer o empreendimento será utilizado a água do sistema de abastecimento deste f município - Departamento de Agua do Parecis - DAP, que informou a possibilidade de interligar a rede do conjunto residencial em uma adutora existente com diâmetro de O 200 mm . 2.0 - ELEMENTOS PARA CONCEPÇÃO DO PROJETO 2.1 - População Os dados referentes à população foram obtidos através de levantamento do partido urbanístico do conjunto residencial. Para O dimensionamento da rede foi previsto 400 ligações residenciais. Considerando a taxa de ocupação de 4,0 hab. / lote resulta uma população de 1.600 habitantes para saturação urbanística do loteamento . 2.2 - Critérios e parâmetros adotados Consumo per-capta (q) = 150 l/hab.dia Coeficiente do dia de maior consumo (K1) = 1,2 Coeficiente da hora de maior consumo (K2) = 1,5 2.3 - Topografia As cotas para cálculo das pressões disponíveis na rede de distribuição foram obtidas através do levantamento planialtimétrico. Eng. Sa 11a sta -CREAz 1201765447 Auro a Construtora CNPJ: ataaasegxooonos oí __._.__ .___ .__ , f 1.' -.,"'::\"*»,› u 51%. i-íif 7*'fI\.›1_1“_É_=_ . “sí” r¡ v. - ¡ . -Íl'.'.›:l"'. 145111303* o tl recis-rsLty 41,411 2.4 - Vazões de projeto nal e dos parâmetros adotados , foram Em função da evolução populacio das seguintes fórmulas : calculadas as vazões de projeto , com emprego Vazão Máxima l-Iorária P x q x K1 x K2 Q = . - 86.400 1.600 x 150 x 1,2 x 1,5 Q = - 86.400 Q = 5,00 l/S Vazão Específica ( Vazão por metro de Rede ) q=Ql L = comprimento de Rede (m)= l q= 0,002628 l/s.m .902,000 m (com distribuição) de abastecimento existente , não será necessário perfurar sidencial com tratamento adequado para to de Agua do Parecis o abastecimento na dias de abastecimento o tempo que fica Devido a interligação no sistema poço, aduzir e reservar . A água chegará ao re consumO.Conforme informações do (DAP) Departamen região é em dias alternados (dia sim dia não) sendo que nos abastecendo e' de 12 horas. 4.0 - SUB ADUTORA DE ÁGUA TRATADA executada uma Subadutora de água tratada Para abastecer este conjunto residencial será to total entre os dois trechos que partirá da com diâmetro de (õl50mm e 252,00 m de comprimen aduto de 200 mm existente. José gusto Ca ' . . Eng. Sanitarista - AUfOfa Co c j "atrutor NPJ.03.833.5B9/0O01a.o5 ~. .ari. ' :-v I“,¡Í:'“~:? .I- . . .Jlfftixafí !211- ' 1" _lu_ rm. Í .ampo 'NEW/o cloáz;cis-ní'z. _ :qt:- 5.0 - LIGAÇÕES DOMICILIARES Serão executadas um total de 990 ligações domiciliares. Todas as ligações domiciliares terão colar de tomada de acordo com o diâmetro da rede, ramal em tubo PAD, adaptadores, hidrômetro com lacre e cavalete kit pvc de diâmetro 3/4" chumbado em base de concreto, conforme padrão modelo D.A.E.N G - Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande. 7.0 - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 7.1 Rede de Distribuição Traçado O traçado da rede de água será executada a l/3 do leito carroçável a partir do meio fio do mesmo lado que for executada a rede de energia elétrica Diâmetro e Material Os diâmetros a serem utilizados serão de DN 100, DN 75 e DN50mm e será utilizado tubo de PVC PBA classe l2. Para o diâmetro de DN 250mm, 200mm e DN 150mm será o PVC vinilfer DEF°F°. Para o diâmetro de DN 600mm será de F°F° (Ferro Fundido). Profundidade Minima A profundidade mínima de cobrimento da rede de dístrubuição será de l.00m. 7.2 Serviços Relativos a Rede de Distribuição de Água Serviços de apoio técnico Para a execução dos serviços de topografia a EMPREITERA deverá manter, à critério da FISCALIZAÇÃO, durante o expediente da Obra e no canteiro de trabalho, um topógrafo devidamente habilitado e auxiliares. Ao final da obra, a EMPREITERA entregará a FISCALIZAÇÃO os desenhos “como construído”, cujo grau de detalhamento e padrões serão fornecidos pela FISCALIZAÇÃO. Interferências A EMPREITERA deverá proceder à pesquisa de interferências existentes no local, para que não sejam danificados quaisquer tubos, caixas, cabos, postes e outros elementos ou estruturas que estejam na zona atingida pela escavação ou em área próxima à mesma. Existindo outros serviços públicos, situados nos limites das áreas de delimitação das valas, ficará sob a responsabilidade da EMPREITERA a não interrupção daqueles serviços, até que os respectivos remanejamentos sejam autorizados. José ugusro Cal ' - . Sanitarista - CRE!? Aurora Con Struto CNPJ; o3.a33.589/ooor1a.g5 A EMPREITERA deverá providenciar os remanejamentos de instalações que interfiram com os serviços a serem executados. Os remanejamentos deverão ser programados pela EMPREITERA com a devida antecedência e de acordo com a FISCALIZAÇÃO, proprietário e/ou concessionário dos serviços cujas instalações precisem ser remanejadas. Proteção contra acidentes Na execução dos trabalhos, deverá haver plena proteção contra o risco de acidentes com o pessoal de EMPREITERA e a terceiros, independentes da transferência desse risco a companhias ou institutos seguradores. Deverão ser providenciadas faixas de segurança para o livre transito de pedestres, especialmente junto a escolas, hospitais e outros pólos de concentração, em perfeitas condições de segurança durante o dia e à noite. Deverão ser construídas passagens temporária nos cruzamentos de ruas e pontes de acesso para veículos de fronte a estacionamentos e garagens. Nas saídas e entradas de veículos em áreas de empréstimos, bota-fora ou frentes de serviços, deverá ser providenciada sinalização adequada, diutumas, especialmente nos casos de eventuais inversões de tráfego. As vias de acesso fechadas ao transito deverão ser protegidas com barreira e com a devida sinalização e indicação de desvio, devendo, durante a noite serem iluminadas e, em casos especiais, deverão ser postados vigias ou sinaleiros, devidamente equipados. Nos cruzamentos ou em outros locais onde não for possível utilizar desvios, o serviço devera ser programados para liberação da área, podendo ser programados para fins de semana ou para horários de menor movimento. Escoramento de valas Toda a vez que a escavação, em virtude da natureza do terreno, possa provocar desmoronamento, a EMPREITERA deverá providenciar o escoramento adequado. Será obrigatório o escoramento para valas de profundidade superior a 1,50m (Portaria n.° 46 do Ministério do Trabalho de 09/02/ 1962). Os tipos de escoramento a serem adotados, são de responsabilidade da EMPREITERA, que deverá decidir por ocasião da abertura das valas. Os escoramentos a serem adotados são os descritos a seguir: Contínuo A superficie lateral da vala será contida por tábuas de peroba de 2,7 x 16cm, encostadas umas nas Outras, travadas horizontalmente por longarinas de peroba de 6 x 16cm, em toda a sua extensão, e estroncas de eucalipto de 20 cm espaçadas de 1,35m, a menos das extremidades das longarinas, das quais as estroncas estarão a 40cm. Especial metálico madeira Este tipo de escoramento é composto de perfis metálicos e pranchas de madeira com quadros de longarinas e estroncas metálicas. Na cravação dos perfis, não sendo encontrado mataçõs, rocha ou qualquer outro elemento impenetrável, a ficha será de 1,00m. havendo obstáculos e o perfil cravado não tendo ficha suficiente, é obrigatório o uso de estroncas adicionais, cuja cota deverá estar marcadas no topo do perfil, antes de ser iniciada a escavação. to Calado Bañm' 5"9- Sant arista - caem 1201735147 Aurora CNPJ. Oaüsgonstrutora 3539/000145 ',.:-r r 1 r .*' 1"""5'_'“t". -. 'w l zniutÍm i ' .ugnnpo 0'” o clo " Para se evitar sobre carga no escoramento, o material escavado será colocado a uma distancia da vala equivalente, no mínimo à sua profundidade. Fundo de vala Quando a escavação em terreno e boa qualidade tiver atingido a cota indicada no projeto, será feita a regularização e a limpeza do fundo da vala. Caso ocorra a presença de água, a escavação deverá ser ampliada para conter o lastro de brita, ou qualquer outro tipo de embasamento. Essas operações só poderão ser executadas com a vala seca ou com a água do lençol freático totalmente deslocada para drenos laterais, construídos em uma faixa de 40 cm de largura, junto ao escoramento. Quando o greide final de escavação estiver situado dentro de terreno cuja pressão admissível não for suficiente para servir como fundação direta, a escavação dever continuar até a profundidade apta a comportar colchão de pedra britada n.° 3, ou outro material granular, devidamente compactado em camadas de 20 cm de espessura, até a profundidade a ser indicada pela FISCALIZAÇÃO. Eventualmente, dependendo da espessura do colchão e a critério da FISCALIZAÇÃO, o enchimento da super-escavação poderá ser feito com areia compactada. Aterro de valas O aterro das valas deverá ser executado de modo a oferecer condições de segurança às estruturas e tubulações e bom acabamento da superficie, devendo ser desenvolvido em paralelo com a remoção dos escoramentos, quando houver. No caso de material proveniente da escavação não se prestar para execução do aterro, deverá ser utilizado material adequado, importado do empréstimo. Após a escavação do aterro todo material proveniente da escavação que não houver sido utilizado ser removido ao bota-fora. O espaço compreendido ente a base de assentamento e a cota definida pela geratriz superior, acrescidas de 20cm, deverá ser preenchida com aterro isento de pedras e corpos estranhos adensados com soquetes manuais, em camadas não superior a 20cm. O restante do aterro deverá ser feito, quando sob o leito carroçável, compactação mecânica de 95% . Quando sob o passeio o reaterro deverá ser executado de maneira que resulte densidade aproximadamente igual à do solo que se apresenta nas paredes das valas, utilizando-se de preferência o mesmo tipo de solo isento de corpos estranhos. Assentamento da tubulação O assentamento da tubulação deverá ser proceder tão logo a abertura da vala deverá, ser executado de jusante para a montante. OS tubos empregados serão de PVC PBA Classe 12, devendo ser respeitados as especificações do fabricante. Tubos PVC Os tubos de PVC são dotados dejuntas elásticas, são bastante leves e, portanto, de fácil manuseio. A união com a junta elástica é executada a cada 6m. Quando a união entre tubos ocorrer em trechos inferiores, deverão ser empregadas luvas de correr da mesma linha de fabricação, não sendo permitido esquentar a ponta de tubos para formar “bolsa”. J e Augusto Calháo Bariri¡ n9. Samtarlsta - CREA: 1201765447 AUfOfB Cónñtrutora b cwpa- 093231339191301 .os Levantamento e recomposição de superfície No caso de remoção da pavimentação, alem das instruções peculiares a cada caso, a serem dadas oportunamente pela FISCALIZAÇÃO, deverá ser observado o seguinte: Nos caso de material aproveitáveis, estes serão retirados e arrumados em locais adequados; Quando houver necessidade de remoção de guias a operação será realizada até o ponto de concordância com o logradouro adjacente. Antes de sua arrumação deverão ser limpos da massa de rejuntamento aderente; O entulho e os materiais não sujeitos a reaproveitamentos de qualquer demolição ou remoção, serão transportados pela EMPREITERA elevados a bota-fora escolhido pela FISCALIZAÇÃO ou, no caso desta não se pronunciar, em locais à critério da EMPREITERA. As vias de terra, após o fechamento da vala, deverão ter o seu leito regularizado com maquinas. Para as vias revestidas deverão ser observadas as seguintes disposições: Asfalto A reposição deverá ser feita conforme a existente anteriormente. Passeio Deverá ser feita como a existente anteriormente considerando-se, fundamentalmente dois tipos: Acabamento comum Será de concreto com consumo de 210 kg de cimento por metro cúbico de concreto, na espessura de 5 cm, com acabamento de 2 cm de espessura de argamassa de cimento e areia 1:3. Acabamento superior Deverá Obedecer às características dos materiais existentes de forma a reconstruir as condições iniciais. Sarjetas Para o assentamento de guias e construção de sarjetas serão adotados as normas e cuidados prescritos nas especificações da Prefeitura do Município. 7.3 ADVENTOS NEGATIVOS DA IMPLANTAÇÃO Abertura de valas para implantação de rede de distribuição de água, ocasionando riscos de acidentes aos moradores locais, transeuntes e veículos. Uso de água de abastecimento nos canteiros de obra, durante execução da Obra. Produção de efluentes líquidos nos canteiros de obras, durante execução da obra. Operação de manutenção e limpeza das fossas sépticas nos canteiros de obra. Transporte e disposição do lodo produzido nas fossas sépticas. Potencial de geração de odores nas fossas sépticas. Erosão com a abertura de ruas e limpeza dos terrenos para construção. Produção de resíduos sólidos na implantação. Potencial de geração de odores no acondicionamento dos resíduos sólidos. Produção de resíduos de construção (bota-fora). Possibilidade de utilização de material de empréstimo. Movimentação de máquinas pesadas, trator de esteira e retro-escavadeira. Risco de acidentes. Os danos causados ao Meio Ambiente deverão ser controlados, através de projetos elaborados por profissionais legalmente habilitados, com emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica de Elaboração e Acompanhamento, bem como todas as fases de Licenciamento Ambiental junto a SEMA/MT deverão ser respeitadas e fiscalizadas pelos órgãos públicos responsáveis. 7.4 MEDIDAS MITIGADORAS E DE PREVENÇÃO AOS IMPACTOS NEGATIVOS Objetivando harmonizar todas as atividades decorrentes da implantação do empreendimento ao meio ambiente local, adotou-se medidas mitigadoras dos impactos ambientais negativos, que são basicamente: Visita Técnica aos locais, anterior a implantação das obras. Definição de áreas prioritárias. Levantamento dos Impactos Negativos ao Meio Ambiente. Levantamento dos Impactos Negativos a Saúde do Trabalhador. Seguem os principais problemas previstos durante e após a implantação do empreendimento e as medidas adotadas para minimizar e mitigar os impactos negativos. Implantação de acões de comunicação social e sinalização de alerta aos moradores afetados pela construção do empreendimento, através de placas indicativas, cones de sinalização, cavaletes, etc. Controle do Canteiro de Obras O barracão de obras deverá possuir banheiro provido de tratamento simples de esgotos domésticos (fossa séptica seguida de Sumidouro). Após conclusão dos Serviços, deverá ser programado desmontagem, remoção, limpeza geral da área com coleta dos resíduos sólidos não acondicionados e plantio de gramíneas e mudas nativas em toda a área de abrangência do barracão de obras. Controle de acondicionamento e disposição final dos resíduos sólidos Os locais de implantação das obras deverão possuir cestos de lixo distribuídos em toda a extensão, sendo acondicionados em sacos plásticos de 50 ou 100 litros e estar perfeitamente sinalizados. Deverá estar previsto coleta dos resíduos sólidos no período de implantação da obra. Disposição final no aterro sanitário do município (lixão). Controle de erosão As áreas de compactação do solo serão restritas ao local do empreendimento, ou seja, valas para assentamento da tubulação. Jo 'Augusto Calháo Barim' Eng. Sanitarista - CREA: 1201765447 Aurora Construtora CNPJ- 03.333 539/0001 .g5 10 PLANTAS 12

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